27 de setembro de 2013

Cidades de Papel (John Green) - Primeiras Impressões

Literatura popular de qualidade não é algo tão comum hoje em dia, sobretudo considerando que boa parte dos futuros best-sellers são feitos para agradar, prioritariamente, um público que não tem o hábito de ler. Surge assim o desafio de cativar novos leitores evitando "a síndrome novela": ser popular sem se tornar pueril e superficial. 

John Green aparentemente consegue contornar esta "dificuldade" com um estilo muito simples de escrita que não trata o consumidor como idiota. 

No trecho inicial de Cidades de Papel (leia também clicando aqui) o autor narra de forma divertida e competente o cotidiano do protagonista com seus amigos e contemplando sua amada. Nada demais, mas é interessante.

Diariamente entramos em contato com diversas produções artísticas que pretendem retratar a vida normal, porém a maioria delas são constituídas de clichês e artificialidades superficiais. Cidades de Papel tem o mesmo objetivo, entretanto se destaca em seu início justamente por não seguir tais modelos. 

Assim, o livro impressiona simplesmente por ter qualidade e identidade própria; duas características raras em boa parte dos best-sellers juvenis atuais. 



Recomendo Para Quem:

- Gosta de romances juvenis
- Quer um livro simples e bem-humorado
- Não tem o hábito de leitura mas gosta de histórias românticas

Editora: Intrínseca
Páginas: 368




Um comentário:

Comente e Dê sua Opinião Sobre O Tema.

Lembrando que qualquer opinião com boa educação é muito bem-vinda, mas ofensas são excluídas.

(obrigado pela visita, volte quando puder)