16 de dezembro de 2011

Insolência Quinzenal (Coluna) - "Exame de Consciência Literária"



Do pouco que li já consigo ter a noção inevitável: quão medíocres são meus escritos! Ainda nem a ser útil chego... Quanto mais uma verdadeira leitura! Sei que de costume louvamos a boa vontade de quem ao menos se basta com escritas suas razoáveis... Entretanto tal julgamento nos ajuda? Nós sabemos a vontade safada mas humana de querer nivelar até por baixo sem qualquer tentativa de ver a bom alcance... Que me resta senão exigir de mim colocar a cara para bater contra todas as invejas possíveis estabelecendo metas naturalmente cada vez mais impossíveis quase? Sim: é com perfeição que desejo pois escrever. Por enquanto porém assim não é.

Negligencio portanto minhas obrigações com esta coluna. Meses onde só dei sinais de vida por um texto deixando de publicar quinzenalmente mais outros! Aqui vão desculpas pedidas. E metidas com elas a justificativa de quem ansiosamente deseja pôr em letra nada de supérfluo.

Contemporaneamente várias possibilidades de publicação encontramos. A rede mundial de computadores inchou sua quantidade de tal maneira, por exemplo, que se faz necessidade debater acerca das escritas inúmeras praticamente que temos ao nosso dispor. O que nos pode motivar escrever tanto para quanto se pode ter de bagatela finalmente? Pior: haverá quem leia tanto de quanto? Qual conteúdo queremos passar com uma sofreguidão sem precedentes tão importante que não pode ser descrito por dois livros em vez de bibliotecas? Duas palavras: não sei! Tampouco porém alguém discute! Com seriedade? Tal procuremos em Utopia.

Sobre tudo qualquer coisa comentamos. E consideramos de grande valia nossas opiniões. Escritas então... Nem se fala! Como lidar?

Pretendo continuar escrevendo. Melhorar diuturnamente meu texto. Tentar ao máximo dar algo de novo mesmo sabendo que tal doação havendo será mínima no meio do “mais do mesmo”. Bem... Assim hei de conseguir perseverar em manter as minhas insolências atualizadas. Que minha contribuição tenha qualquer valia! Peço com o temor de que contribua tão-só para mais inchar a quantidade desnecessária dos informativos. Oxalá que não! E das observações cá ditas: espero que sirvam para repensar o que pomos grafado por aí. Vou me nortear por meio de grandes exemplos: Aristóteles, Cervantes, Homero, Montaigne, Pessoa, Shakespeare, Tucídides... E mais o desafio de compreender bem o que quer que seja pois enfim.



foto: Genomics Law Report

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