15 de agosto de 2011

Elixir (Hilary Duff) - Crítica / Resenha


Sinopse

Com seus dezessete anos, Clea Raymond vem sentindo o brilho dos holofotes desde que nasceu. Filha de um renomado cirurgião e uma importante política, ela se tornou uma talentosa fotojornalista, refugiando-se em um mundo que a permite viajar para diversos lugares exóticos.
No entanto, após seu pai ter desaparecido em uma missão humanitária, Clea começa a perceber imagens sinistras e obscuras em suas fotos revelando um belo homem que ela nunca viu antes.
Quando o destino faz Clea se encontrar com esse homem, ela fica espantada pela conexão forte e instantânea que sente por ele. Conforme se aproximam e se envolvem no mistério do desaparecimento do pai de Clea, eles descobrem a verdade secular por trás dessa intensa ligação.
Fonte: http://www.sinopses.leialiteratura.com/2011/07/elixir-hilary-duff.html


Devo dizer que Elixir me surpreendeu, afinal comecei a lê-lo de maneira totalmente despretensiosa sem esperar muita coisa e para ser sincera só atentei para o detalhe de a Hilary Duff ser famosa (tipo celebridade) depois que li as informações sobre a autora na orelha da capa. A verdade é que só consegui parar de ler quando vi o final do livro. Gente! É muito legal!

Clea é uma garota filha de uma senadora e um médico famoso, ou seja, sempre viveu em evidência para as lentes da imprensa, mas apesar de ser rica ela não é exibida, apenas aproveita a vida como muitos adolescentes de sua classe (viagens, festas e shoppings). Entretanto, após o seu pai ter sido declarado como morto depois de ter desaparecido no Brasil (Ai, ai), sua vida perdeu o brilho e apenas a fotografia lhe interessava. Porém suas fotos passaram a revelar mais do que ela esperava, havia um belo homem (Sage, o lindo! Rss)... Esse mesmo homem estava em todas as fotos tiradas em sua última viagem de férias. E como não podia ser diferente, a conexão entre os dois é imediata (Adooorrroooo!). 

Clea tem dois melhores amigos Ben e Rayna, Ben é apaixonado por Clea e ela demora um absurdo de tempo para sacar isso (Clichê puro!), ele será de grande importância no desvendar de todo mistério que essa história envolve. Rayna é impagável de engraçada e rouba a cena onde aparece no livro e se tornou minha personagem predileta em Elixir.

Agora vamos a ele, Sage o jovem misterioso das fotos, na verdade não dá para dizer muita coisa sobre ele na resenha porque posso falar demais (I´m Sorry, amores!). Mas o que posso dizer é que Clea passará por um grande dilema até descobrir o que ele é e o que ele que quer, para que possa ser possível confiar nele ou não.

O livro é narrado em primeira pessoa onde Clea expõe seus sentimentos e aflições, isso torna praticamente impossível não associar a imagem da Hilary Duff, o que dá uma sensação de que ela é mais uma personagem interpretada pela a autora. Essa narração é bem leve e os acontecimentos acelerados, isso é que te faz devorar o livro e apesar de acontecer tudo muito rápido, não ficam buracos na história. Tudo é devidamente explicado como o nome da obra, o porquê da flor de Íris da capa, como e por que surge Sage, o papel de Ben e o que Clea tem a ver com isso. Apenas o sumiço do pai é “levado com a barriga”, talvez por ser uma série (É verdade, só descobri isso quando li o final...). A história se inicia em Connecticut (EUA), passa pelo Brasil, Nova York e Tóquio com Clea na busca do paradeiro de seu pai, visto que surgem evidências de que ele por está vivo e em meio a isso a sua vida nunca mais será a mesma, principalmente com o entre ela, Sage e Ben.

Inicialmente, pensei que a história talvez caminhasse por algo como fábulas de anjo e tal, mas de repente tudo dá uma guinada e me lembrou muito a série de Alyson Nöel; Os Imortais, devido à presença do Elixir (Quem conhece bem essa série perceberá logo a semelhança), entretanto o rumo dado a Elixir é bem diferente de Os Imortais. Quanto ao final, é onde as autoras pecam, ficou muito confuso. Tá certo, Elixir será uma série, o final ficará em aberto, mas esse ficou escancarado (Sinceramente, eu fiquei meio assim sei lá como, entenderam? Deixa para lá... Kkkk). 

Outro ponto negativo é que se são duas autoras, a Hilary Duff e a Elise Allen, porque só aparece o nome da Duff na capa, nada a ver, ficou feio.

Mas, meus amores, mesmo assim, eu só posso dizer que recomendo!



“ Você só não percebe que é perfeita. E suas imperfeições que fazem você perfeita. Você só é você graças a elas. É isso o que as pessoas amam.  E é o que eu amo também.”
                                                                                                                                                                                                                 -Sage, em Elixir (Hilary Duff)
Sunny kisses, 

Bella


4 de 5

3 comentários:

  1. Tô louca pra ler, mas tá tão caro!!

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  2. Já tem em algumas livrarias custando menos de 30 reais Ana, não é barato mesmo mas até que está longe de ser dos mais caros.

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  3. O livro não tem duas autoras, toda a historia é da Hilary, a Elise só a ajudou a fazer as marcações de onde deveria começar e terminar um capitulo, esse tipo de coisa, pq que a Hilary não tinha muita noção disso... Ela explicou isso no dia da palestra na bienal do livro.

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